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10/02/04

Um Resto De Tudo - por João Pedro Pais 

Desce pela avenida a lua nua (Estou a descer uma avenida à noite...)
Divagando à sorte, dormita nas ruas (Estou desorientado e com sono...ou será que isto é do whisky!? Ao usar ruas em vez de "avenidas" já consigo quase rimar com lua nua)
Faz-se de esquecida, a minha e tua (Não sei o que acabei de escrever mas pelo menos "tua" também rima comlua nua)
Deixando um rasto, que nos apazigua (Deixando rasto... certamente a vomitar... Lua, nua, ruas, tua, apazigua. Boa!!! Vem aí o refrão!)

Refrão:
Sou um ser que odeias mas que gostas de amar (Uma contradição fica sempre bem... )
Como um barco perdido à deriva no mar (Grandiosa comparação: "Um ser que odeias mas gostas de amar como um barco perdido à deriva no mar". As outras hipóteses eram "como um pássaro ferido a tentar voar" e "como um bife vendido, num talho do Lumiar")
A vida que levas de novo outra vez ("De novo outra vez", espero que seja suficiente para passar a ideia de repetição)
O mundo que gira sempre a teus pés (A Terra gira sobre si própria. É um facto. Já Copérnico dizia essa merda..., mas nunca foi Disco de Platina)

Sou a palavra amiga que gostas de ouvir (Tu e mais 120 mil que compraram a merda do cd... foda-se oh mãe... põe isso mais baixo!!)
A sombra esquecida que te viu partir (Pá, fica mesmo giro isto de meter sempre um adjectivo estranho à frente dos nomes: palavra amiga, sombra esquecida, noite vadia...)
A noite vadia que queres conhecer (Abordagem a problemas sociais como a vadiagem e a prostituição)
Sou mais um dos homens que te nega e dá prazer (Mais uma contradição, estou imparável! Bibi.. Bibi.. Bibi...)

A voz da tua alma que te faz levitar (Um certo exotismo oriental)
O átrio da escada para tu te sentares (Não rima muito bem com levitar,damn it! )
Sou as cartas rasgadas que tu não lês (Não entendo pá, será que ela não gosta dos meus poemas?)
A tua verdade, mostrando quem és (O que é a Verdade? Quem somos? Para onde vamos? Foda-se, já tou outra vez bêbedo!!)

Entra pela vitrina surrealista (Eu optava pela porta, mas isso sou eu)
Faz malabarismo a ilusionista (Ou "faz contorcionismo a trapezista")
Ilumina o céu que nos devora (Estou completamente pedrado... )
Já se sente o frio, está na hora de irmos embora (Devora, hora, embora...)

Sou um ser que odeias mas que gostas de amar
Como um barco perdido à deriva no mar... (gostava mais do bife no talho do Lumiar, mas o que fazer...)


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